Os efeitos do Vídeo Mapping na comunicação

 

O Vídeo Mapping, ou projeção mapeada é, em resumo, uma técnica de reprodução de vídeo em quaisquer superfícies, por mais irregulares que sejam. Muito provavelmente você já viu em algum lugar uma parede com projeções que se apropriam da estrutura física para criar formas e novos sentidos (peixes que nadam e fazem tudo parecer um aquário, linhas de trem ou ruas que parecem se estender além das paredes ou de qualquer ambiente, linhas de uma janela que reproduzem movimentos irreais na forma física do objeto ou coisas do tipo).
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Através de uma técnica de mapeamento de objetos reais, através de um software, estes mesmos são remodelados digitalmente a fim de que a projeção aconteça exatamente na área preestabelecida. A partir desta modelagem 3D são criadas “máscaras digitais” que delimitam a área de projeção do vídeo mapping que, por sua vez, geram um resultado ainda mais sincronizado e natural da ação. Quando exibidos, na maioria das vezes ao vivo, as primeiras reações são de surpresa e encantamento, mas dentre as principais consequências do recurso se destaca a detenção total da atenção do espectador.
Ainda que pareça bastante recente, o primeiro registro desse tipo de técnica é de 1969 numa projeção Disney, porém de lá pra cá muita coisa evoluiu e as aplicações da tecnologia estão cada dia mais precisas e surpreendentes. Quando surgiu no Brasil (assim como em boa parte do mundo) o vídeo mapping foi usado principalmente em performances artísticas, mas hoje em dia possui algumas outras utilizações, especialmente em publicidade e eventos corporativos.
A RSTcom é também especializada na produção e execução de vídeo mapping para todo tipo de superfície e linguagem. Com alta tecnologia e excelentes profissionais, está sempre pronta para aderir a novos recursos tecnológicos a fim de atender a demanda de todos os clientes.

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